Interino terá que pedir a bênção à Câmara de Vereadores para virar titular
Depois do que Berg Lima fez com a cidade de Bayeux, a cidade passará por um processo longo e doloroso de um tratamento para se recuperar dessa doença chamada corrupção que desde 2002 com a cassação do ex-prefeito Expedito Pereira tem afetado todos os nossos governantes. De lá para cá todos se enrolaram na justiça.
Pela frente se espera possíveis embates jurídicos (estilo
Santa Rita) e acirrados debates políticos em meio a um ambiente de
instabilidade política e administrativa. O processo de abertura da cassação de
Berg pela Câmara, após muita pressão popular, parece que pode andar. E é bom
que ande e ande bem. Porque tentaram
tirar o saudoso Jota Júnior instalando duas ou três comissões e como fizeram
mal feito o processo deixaram (de propósito ou não) brechas que o jurídico do
ex-prefeito conseguiu derrubar na Justiça.
Agora, o movimento se repente com um fato muito grave. O
flagrante de extorsão. Com tudo isso que
acontece a Câmara estuda se entrega o poder de uma vez ao vice ou fica moderando
esse poder com a assombração da volta de Berg.
O fato é que para o interino virar titular terá que pedir a
bênção à Câmara de Vereadores. Ele poderá, com isso, ir da paz ao inferno ou do
inferno à paz!
O que eu quero é que a cidade ande que não sofra mais quatro
anos. Desejo que as coisas aconteçam que a cidade se desenvolva e o povo possa
sorrir de felicidade por sentir a presença positiva do poder público municipal em sua vida. Mas se a safadeza continuar, estarei, como sempre estive,
do lado do meu povo para denunciar, fiscalizar e cobrar que as coisas funcionem
direito.







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