Na exoneração de Paulo Neto o único enganado é ele; prefeito e vice teriam combinado
Todo estardalhaço midiático sobre a exoneração do amigo e jornalista Paulo Neto da prefeitura de Bayeux foi em vão. Externei minha solidariedade ao Paulo assim como todos os amigos de profissão que repercutiram mais uma atitude negativa e supostamente de perseguição do atual gestor.
Por incrível que pareça e longe das justificativas públicas da exoneração do assessor de imprensa do vice-prefeito, nos bastidores está o que de fato pode ter acontecido. Foram inúmeras fontes que comentaram conosco essa possibilidade e que mais tarde foi exposta num grupo de WhatsApp pelo presidente do PSL de Bayeux, o amigo Zezito.
Alguém já pensou que o prefeito Berg Lima e o vice-prefeito Luiz poderiam ter combinado essa exoneração? Pouco improvável que o vice não sabia do que estava acontecendo. O vice detém inúmeros cargos no governo e não passou 45 dias de campanha investindo nesse projeto para em 120 dias de gestão ser escanteado. Muito mais que um assessor ele tem muita coisa no governo.
A convivência com o jornalista deve ter ficado difícil devido à isenção de seu portal de notícias, o que a tropa de choque de Berg não compreendia como um servidor do governo se utilizava de recursos da gestão para, na visão dos bajuladores berguistas, atacar o próprio governo e enaltecer a figura do vice que historicamente é decorativo. Pra não ficar ruim para nenhuma das partes a decisão foi tomada sem maiores emoções que ficaram apenas na vítima do caso, o amigo jornalista Paulo Neto.
Podem querer até negar a suposta combinação, mas ao analisar todos os pontos vocês irão se certificar que é a tese mais provável para essa exoneração.






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